O vice-presidente Geraldo Alckmin comunicou nesta segunda-feira (13) que somente uma das 27 unidades da Federação permanece sem aderir à proposta do governo federal de subsídio ao diesel importado. A iniciativa, que integra um pacote de ações para mitigar a elevação dos preços dos combustíveis, prevê uma divisão equitativa dos custos entre a União e os estados que aceitaram o acordo.

Alckmin não revelou qual estado ainda não se juntou ao programa. “Vinte e seis estados já aderiram. De repente, a gente chega à unanimidade, aos 27”, declarou, expressando otimismo.

Duas semanas atrás, o vice-presidente havia mencionado que os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia haviam indicado que não participariam da proposta de subsídio.

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“O governo retirou o PIS/Cofins do diesel, implementou um subsídio federal no diesel e convidou os estados para também participar. Não obrigou ninguém. Os estados reduzem 0,32 centavos o ICMS e o governo federal, para quem reduzir 0,32, adiciona uma redução de mais 0,32, oferecendo um subsídio. Assim, a população se beneficia com 0,64 centavos por litro durante dois meses”, explicou.

Alckmin também projetou que, com a construção de novas refinarias, o Brasil poderá alcançar a autossuficiência na produção de diesel em um período de aproximadamente cinco anos.

“Há um estudo da Petrobras que, em cinco anos, pode zerar [a importação de diesel]. Ao finalizarmos as refinarias, poderemos nos tornar autossuficientes em diesel, mas essa não é a realidade hoje”, comentou.

FONTE/CRÉDITOS: Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil