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Ainda de acordo com a médica, o tratamento, que é recomendado para pacientes adultos com diabetes tipo 1 e 2, possui os mesmos riscos e benefícios da insulina basal de aplicação diária mas, há alguns fatores que diferenciam uma da outra. Para a endocrinologista, a mudança é positiva.
“Em termos de adesão e conforto, essa insulina fará uma diferença gigantesca para o paciente que, muitas vezes, omite ou esquece a medicação. Além disso, os dados mostram que quanto menos doses tem uma medicação, maior a adesão ao tratamento”, conclui a médica.
Para Thayana, esse novo recurso deve diminuir os riscos de complicações da diabetes devido a fórmula prolongada.
“A insulina semanal age da mesma forma que o nosso hormônio e ajuda a glicose a entrar nas células, controlando o nível de glicose no sangue e reduzindo os sintomas e complicações do quadro de hiperglicemia. O medicamento continua tendo a mesma ação da insulina basal, mas com uma fórmula prolongada devido a uma mudança na estrutura molecular”, explica Thayana.
Sobre a diabetes
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas convivem com a doença, o que representa 6,9% da população.

Plantão Guarujá