Localizada no Município, a central recebe chamados oriundos de Bertioga e de Guarujá também. Já as equipes que atendem no local pertencem ao município da ocorrência.

“Nos preocupa muito esse número, uma vez que 818 vezes em apenas um mês nossos profissionais atenderam chamados inverídicos e a linha, que deveria estar disponível a uma pessoa que realmente necessita do serviço, estava ocupada com um trote”, afirmou Fábio Lopez, secretário de Saúde de Santos. O secretário explica ainda que muitas vezes os profissionais do Samu conseguem identificar o trote e evitar o envio do socorro de forma desnecessária.

“Quando o Samu é acionado, o profissional que realiza o primeiro atendimento faz cinco perguntas referentes ao local e tipo da ocorrência. Depois, a ligação é encaminhada ao médico regulador que faz outras perguntas pertinentes ao caso relatado”, complementou.

Quando o trote é identificado, a ligação é encerrada imediatamente. No entanto, há vezes em que a ambulância é encaminhada e o trote, descoberto no local da falsa ocorrência.

“Realizamos campanhas de conscientização nas escolas municipais; junto aos jovens do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional e Social (CAMPS) e na Guarda Civil Municipal, além de campanhas informativas e capacitações”, explicou Marcelo Ismail, coordenador do Samu.

Anos anteriores
O índice de trotes identificado em janeiro deste ano é pouco menor que o total do ano de 2024, que fechou em 10,9%. Em 2023, os trotes representaram 12,9% do total de ligações ao Samu.