Após o empate com o San Lorenzo, o camisa 9 afastou os boatos de que teria restrições a atuar em gramados artificiais, mesmo com números discretos nesse tipo de piso.

Desde que a tecnologia foi adotada por clubes brasileiros, em 2016, Gabigol participou de 15 jogos em gramados sintéticos e marcou cinco gols. Média de 0,33 gols por partida.

Seca no Allianz Parque

Apesar de o Palmeiras ser uma de suas maiores vítimas – com 14 gols marcados na carreira -, Gabigol vive um jejum curioso: ele nunca balançou a rede no sintético palmeirense.

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Considerando também a Arena Barueri, o centroavante jogou duas partidas contra o Palmeiras em grama artificial e teve desempenho discreto em ambas.

Antes da adoção da tecnologia, porém, o atual camisa 9 do Santos castigou o Palmeiras três vezes. Uma pelo próprio Peixe, em 2016, e duas, no mesmo jogo, em 2019, com a camisa do Flamengo.

À vontade na Arena, seca em BH

O melhor aproveitamento do atacante no piso artificial é na Arena da Baixada, onde ele acumula 11 partidas disputadas.

Na casa do Athletico-PR, Gabigol marcou todos os seus cinco gols feitos em gramados sintéticos.

Por outro lado, na Arena MRV, o atacante passou em branco nas duas vezes em que enfrentou o Atlético-MG desde que a tecnologia foi instalada. É preciso ressaltar que essas duas participações se resumem a apenas 25 minutos em campo.

O centroavante ainda não enfrentou Botafogo e Chapecoense desde que os clubes instalaram seus gramados artificiais.