O filme, ainda sem título oficial, está em desenvolvimento e vai retratar a ascensão do lutador, que enfrentou sérios problemas de saúde na infância, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, no litoral de São Paulo, até conquistar o topo do maior campeonato de artes marciais mistas do planeta.

 

Apesar de ter sido proibido por médicos de praticar esportes quando criança, devido a um sopro no coração, Charles contrariou todas as expectativas. Ele derrotou alguns dos maiores nomes da categoria, como Dustin Poirier e Justin Gaethje. 

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Em 2023, perdeu o cinturão dos pesos-leves (70 kg) para o russo Islam Makhachev. Agora, terá a chance de recuperá-lo em uma disputa contra o georgiano Ilia Topuria, marcada para o dia 28 de junho, em Las Vegas, Estados Unidos.

 

Eduardo Ferro, fundador da 405 Films, deve assumir a direção do longa. “É uma honra fazer um filme sobre Charles Oliveira”, declarou Ferro à Variety. “O Brasil é um celeiro de grandes atletas de luta, mas Charles é um leão entre leões. 

 

Sua trajetória de sucesso, mesmo diante de tantas adversidades, e sua capacidade de unir a cultura brasileira com a americana tornam essa história inspiradora”, completou o diretor.

 

“Das favelas do Guarujá às luzes do octógono, essa história sempre foi sobre fé, coração e nunca desistir”, afirmou o guarujaense. “Eduardo e a 405 Films são o time certo para dar vida a esse filme”.

 

A cinebiografia de Charles ainda não tem nome, elenco definido nem previsão de estreia. As filmagens devem ocorrer no Brasil e em Las Vegas.