O Instituto Biopesca informou que um exame de necropsia verificou que o animal é uma fêmea juvenil, de aproximadamente 7,7 metros. Não foi possível identificar a causa da morte.
 
Segundo especialistas, a espécie costuma ser vista na costa brasileira entre os meses de inverno e primavera, quando realiza longas migrações das águas frias do sul em direção a áreas mais quentes, para acasalamento e reprodução.
 
Durante esse período, registros de encalhes se tornam mais frequentes.
 
Técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente foram acionados para realizar a avaliação do caso e coordenar a remoção da carcaça.