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As informações foram confirmadas pela advogada da família da vítima. De acordo com Mikaela Nakatsu, a família de Viviane não tinha conhecimento da natureza da relação de Brunno com a vítima, apenas que se conheciam havia algum tempo.
Na ocasião do crime, no último dia 16, o corpo de Viviane foi encontrado por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) por volta das 6h, caído em uma calçada na Rua Manaus, no bairro Gaivota.
Segundo a investigação, a vítima teria se envolvido em uma discussão com o autor do crime em frente a uma adega no bairro. Após o desentendimento, a mulher teria deixado o local fazendo ameaças e retornado em seguida acompanhada de um cão da raça pitbull, que teria sido incentivado a atacar o homem e o animal dele.
Ainda conforme a apuração, após o ataque, a mulher retornou para casa. Brunno teria ido atrás dela portando um taco de beisebol e, ao encontrá-la, desferiu diversos golpes, deixando a vítima caída na calçada. Nas imagens, é possível ver Bruno voltando até a vítima e desferindo chutes. Três pessoas testemunharam o crime e não impediram as agressões.
“Seguiremos acompanhando de perto o andamento das investigações, com o objetivo de que todas as pessoas que presenciaram os fatos sejam devidamente identificadas e responsabilizadas. Até o momento, um dos envolvidos já foi identificado. Confiamos plenamente no trabalho comprometido da DIG de Itanhaém, que tem atuado com seriedade na condução do caso e acreditamos que todos os fatos serão devidamente esclarecidos”, afirmou Mikaela.
A reportagem não localizou a defesa de Brunno Prado Lobo. O espaço segue aberto para manifestações.

Plantão Guarujá
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