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A Prefeitura de Guarujá liberou, ontem, o edital da concorrência eletrônica que definirá a próxima prestadora de serviços de limpeza urbana, incluindo coleta de lixo domiciliar e resíduos de construção, varrição de vias públicas, lavagem de locais com feiras livres e destinação de materiais.
O valor máximo estimado para um ano de contrato será de R$ 204,758 milhões, com base na média de cinco empresas às quais se pediram orçamentos para embasar a licitação. O contrato inicial, firmado em 2020 com a Terracom Construções Ltda., teve prorrogações. A última delas vencerá na próxima terça-feira, com custo atualizado em R$ 144,922 milhões por ano.
Significa que o preço máximo estimado agora pela Administração é 41,3% superior ao que se paga por ano atualmente. Mas não deve ser atingido, pois vencerá a disputa, marcada para 12 de fevereiro, a concorrente que
propuser o menor valor. Ao contrário do que se fez em Santos, por exemplo, a Prefeitura de Guarujá não aceitará a formação de consórcios: empresas poderão participar apenas individualmente. De acordo com o edital, porque “a execução do objeto”, de “elevada complexidade operacional, caráter essencial, ampla capilaridade territorial e demanda por gestão integrada em tempo real, não comporta fragmentação entre diversas empresas”.
Na agenda
Estão confirmados os horários das audiências da próxima terça-feira, em Brasília, nas quais se levarão demandas do Polo Industrial de Cubatão ao Governo Federal.
Com servidores
Em termos absolutos, os gastos totais do Legislativo com servidores passaram de R$ 74,609 milhões para R$ 81,433 milhões de 2024 para 2025. Estão distantes dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O texto é de 6% da receita líquida, com limite prudencial de 5,7%. Este último equivaleria a R$ 271,455 milhões.

Plantão Guarujá