O técnico Pedro Caixinha, demitido pelo Santos no último dia 14, data do aniversário de 113 anos do Alvinegro, pode ir à Fifa exigir do clube o pagamento à vista da multa rescisória. A informação foi publicada pelo jornalista Diogo Dantas, de O Globo.
 
Segundo Dantas, Caixinha teria direito a receber mais de 2 milhões de euros (cerca de R$ 15 milhões) pela quebra de contrato. Em janeiro, o treinador português assinou vínculo com o Peixe até o final de 2026.
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A Tribuna apurou que o Santos negocia, através dos departamentos jurídico e financeiro, o parcelamento da multa. O clube não confirma o valor da rescisão e crê num acordo amigável.
 
Passagem frustrante
 
Apresentado no dia 7 de janeiro pelo diretor-executivo, Pedro Martins, como um técnico identificado com o DNA do Santos, Caixinha teve uma curta e frustrante passagem pela Vila Belmiro.
 
Em 17 jogos oficiais no comando, o aproveitamento foi pífio: 43,1%, com seis vitórias, quatro empates e sete derrotas. O time marcou 26 gols e sofreu 21. Após um início ruim no Brasileirão, Caixinha foi demitido após a derrota para o Fluminense, no Rio, no dia 13.
 
César Sampaio de interino
 
Auxiliar-técnico da comissão fixa do clube, César Sampaio, que comandou o Santos na vitória sobre o Atlético-MG e derrota para o São Paulo, também vai dirigir o Peixe neste domingo (27), às 20h30, contra o Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro, na sexta rodada do Brasileirão. O Santos é o 18º colocado, com 4 pontos, na zona de rebaixamento.
 
Em caso de vitória, Sampaio pode ser efetivado para a sequência do Brasileirão e da Copa do Brasil. Na próxima quinta (1º), o Santos estreia na terceira fase da Copa do Brasil, fazendo o jogo de ida contra o CRB, na Vila.