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A empresa atuava na unidade desde agosto de 2025 e, inicialmente, o contrato teria duração de dois anos.
Segundo a administração municipal, houve a instauração de um processo administrativo para apurar irregularidades no contrato de gestão. O procedimento foi adotado após cerca de 100 notificações em razão do descumprimento de obrigações contratuais e das necessidades assistenciais das unidades, resultando em quadro de desassistência.
A prefeitura destaca, ainda, que a medida está de acordo com diretrizes constitucionais e com a legislação vigente, que permitem ao Poder Público organizar a prestação dos serviços, garantindo maior controle, eficiência e transparência na execução das políticas públicas.
Já em relação a nova gestora, a administração afirma que esta deverá assumir a operação de forma integral do complexo hospitalar, com a garantia de que haverá a manutenção dos serviços prestados, assim como a preservação dos profissionais atualmente vinculados e a continuidade do atendimento.
“Cabe destacar que o Complexo Hospitalar Irmã Dulce é 100% SUS, com atendimento regional, o que reforça o compromisso da Administração Municipal em garantir um serviço de saúde digno, eficiente e de qualidade. Neste momento, não há qualquer impacto no atendimento à população. A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) segue monitorando todos os atendimentos e prestando o suporte necessário aos usuários. A Prefeitura de Praia Grande reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade na gestão pública e, sobretudo, com a saúde e o bem-estar da população”.
A Reportagem solicitou um posicionamento da Biogesp, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

Plantão Guarujá